Estrela do basquete, Kobe Bryant morre em acidente de helicóptero nos Estados Unidos

O astro da NBA Kobe Bryant, de 41 anos, morreu na tarde deste domingo em um acidente de helicóptero, na cidade de Calabasas, na Califórnia. De acordo com as informações iniciais, outras quatro pessoas estavam na aeronave e também não sobreviveram à queda. Sua esposa, Vanessa e os filhos, a princípio, não estão entre as vítimas. A informação inicial foi dada pelo site “TMZ” e confirmada por outros veículos americanos, como ESPN e Variety. Pouco depois, a confirmação oficial através da cidade de Calabasas.

O acidente foi noticiado pouco antes do início da rodada deste domingo na NBA. A liga americana ainda não se pronunciou oficialmente, mas houve um minuto de silêncio antes da partida entre Denver Nuggets e Houston Rockets.

De tão imodesta, uma verdade soa a ultraje: Kobe esteve fadado a ser um dos melhores de sua geração desde os primeiros arremessos. Filho de Joe Bryant, jogador de nível mediano na NBA dos anos 70 e 80, Kobe viveu seus anos de formação na Itália, onde o pai decidiu apostar as fichas ao fim da carreira. Foram anos que moldaram seu jogo de maneira única em relação a outros jovens americanos. Enquanto nos Estados Unidos a AAU – Amateur Athletic Union, organização não lucrativa dedicada a promover novos jogadores nos EUA – empurrou os atletas para o desenvolvimento de aspectos físicos como atleticismo, força e explosão, na Itália, Kobe Bryant pôde beber da fonte do “fundamento acima de tudo”, um mantra repetido exaustivamente no basquete de base de países como Argentina, Espanha, Lituânia e claro, Itália.

Foram cinco títulos (2000, 2001, 2002, 2009, 2010), um prêmio de MVP (2008), dois troféus de MVP das finais (2009 e 2010), 11 nomeações para a seleção da NBA, nove nomeações para a seleção de defesa, 18 All-Star Games, duas vezes cestinha da temporada, terceiro maior cestinha da história da liga, segunda maior pontuação em um jogo (81 contra o Toronto). Sem falar naquilo que não se mede: a liderança, o caráter, o estilo, a beleza dos movimentos, o papel inegável na popularização do basquete mundo afora.

Na noite de sábado, Kobe perdeu o posto de terceiro maior pontuador da história da NBA para LeBron James. Na derrota do seu Los Angeles Lakers para o Philadelphia 76ers por 108 a 91, na Filadélfia, o camisa 23 ultrapassou Kobe Bryant (33.643 pontos), fechou o jogo com 29 pontos e agora soma 33.655 pontos, ficando atrás apenas do líder Kareen Abdul-Jabbar (38.387) e Karl Malone (36.928).

Globoesporte.com

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O candidato à reeleição nas eleições 2026, Luiz Inácio Lula da Silva, desafiou nesta quarta-feira (7) o senador Flávio Bolsonaro (PL) a apoiar a proposta de redução da jornada de trabalho 6×1, que prevê o direito de dois dias de folgas semanais sem redução salarial.

Em discurso durante plenária do PT com parlamentares, Lula afirmou que pretende acompanhar a posição do adversário sobre o tema.

“Eu quero ver como é que o Flávio Bolsonaro vai votar. Eu desafio ele a votar favoravelmente. E desafio ele a pedir para o PL votar favoravelmente”, disse Lula ao lembrar que seu adversário tem se manifestado contrariamente à proposta.

O candidato do PL tem defendido que o trabalhador deve ter liberdade para escolher sua própria carga horária.

“Nossa proposta é dar liberdade para que o trabalhador monte a sua jornada de trabalho conforme a sua possibilidade e necessidade. Quem quer trabalhar mais vai trabalhar mais, quem quer trabalhar menos vai ter o direito de priorizar outras coisas na sua vida”, disse Flávio Bolsonaro em entrevista nesta terça-feira (6).

Segundo Lula, esse tipo de negociação não traria vantagens para os trabalhadores.

“Eles estão inventando uma história, como se, em um acordo leonino, o trabalhador tivesse alguma vantagem. Então, nada de aceitar barganha. É reduzir a jornada de trabalho para cinco dias de trabalho e dois de descanso”, afirmou o candidato do PT.

Segurança Pública
No encontro, Lula também defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública, uma das principais propostas do governo para ampliar a coordenação entre União, estados e municípios no enfrentamento ao crime organizado.

Segundo ele, a experiência das últimas décadas mostrou que, sozinhos, os estados “não deram conta” da responsabilidade atribuída pela Constituição de 1988. Por isso, defendeu o fortalecimento da atuação federal por meio da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Penal.

O presidente também afirmou que o governo pretende transformar 138 unidades prisionais em presídios de segurança máxima para enfraquecer facções criminosas. Também está entre as prioridades a criação do Ministério da Segurança Pública após a aprovação da PEC.

Ao resumir a diretriz que defende para o setor de segurança, Lula disse que sua campanha adotará o lema “Para o povo trabalhador: proteção; para o bandido: prisão”.

Com Paraíba Online