“Estamos em surto de H3N2”, diz presidente da Unimed-JP após alta de casos

O presidente da Unimed João Pessoa, Gualter Ramalho, revelou aumentou nos atendimentos e internações por H3N2 nos hospitais da cooperativa, o que caracteriza um surto da doença. Foram realizados mais de 1 mil atendimentos diários por suspeita de síndromes gripais.

“Estamos em surto de H3N2. Quando somamos os atendimentos presenciais dos Hospitais Urquiza e Moacir (Pediátrico) e os remotos (teleatendimento), chegamos a realizar 1000 atendimentos diários, entre suspeitos H3N2, H1N1 ou outros vírus influenza”, explicou o médico.

Ele ainda afirmou que tem sido constatado um aumento na detecção da Covid-19 no DriveThru, como também no volume de atendimentos de casos suspeitos no Hospital Alberto Urquiza Wanderley.

“Contudo, até aqui, este aumento não impactou nas internações. Acreditamos que em função do avanço da vacina, até esta data, a maioria dos casos demandaram acompanhamento ambulatorial. Vamos nos manter alerta para eventual mudança no contexto”, disse.

Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1