Estado e Prefeitura executam segunda etapa do Programa Água Viva em Sumé

O Governo do Estado da Paraíba e a Prefeitura de Sumé estão executando na zona rural do município a segunda etapa do Programa Viva Água. Após a construção de 20 barragens subterrâneas, a etapa agora consiste na instalação de poços nas barragens, cada um constituído por 10 anéis para fazer a captação da água do subsolo.

As comunidades contempladas com as barragens e que agora estão recebendo os poços são: Assentamento Saco, Assentamento Mandacaru, Craibeira, Conceição, Princesa do Juá, Roçado do Mato, Várzea da Roça, Carnaúba, Assentamento Cigana, Santo Agostinho, Jaguaribe, Cabeça Branca e Pau Darco.

A barragem subterrânea é uma tecnologia que permite armazenar água no subsolo, sendo usada para ajudar na produção, principalmente no período de estiagem. Serve para a produtividade agropecuária e diminui os riscos da agricultura dependente de chuva.

Concluída a instalação dos poços nas barragens, a Prefeitura irá fazer análise de qualidade da água em todas elas.

As comunidades que receberam as barragens foram indicadas pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS), que levaram em consideração a viabilidade do local, a produção no campo e a localização geográfica que pudesse alcançar um maior número de famílias.

 

De Olho no Cariri

Com Ascom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri