Estado discutirá até sexta medidas para frear aumento no contágio da Covid-19 e H3N2

O governador João Azevêdo (Cidadania) pretende se reunir até a próxima sexta-feira (14) com a equipe de governo que comanda a Saúde do estado para avaliar a situação da pandemia e surto da influenza H3N2 na Paraíba. Eventos que aconteceram no último fim de semana no litoral paraibano levaram as autoridades a ligar um sinal de alerta.

“Infelizmente está havendo um contágio cada vez maior da Covid-19 e da gripe H3N2 e isso está nos preocupando, porque pode nos levar novamente a uma pressão sobre o sistema de saúde. Por isso, que os cuidados tem que ser mantidos”, frisou.

Para o governador, diante da avaliação sobre o cenário epidemiológico no estado será possível discutir a implantação de medidas mais restritivas para frear o contágio das doenças. Azevêdo voltou a criticar os eventos que aconteceram em Cabedelo, como o Fest Verão Paraíba com shows de Wesley Safadão e Bell Marques.

“Não se pode repetir o que aconteceu no último fim de semana. O prefeito, inclusive, já diminuiu a capacidade de público no evento. Nós vamos aumentar a fiscalização”, anunciou.

João lembrou que o carnaval de rua não irá acontecer em João Pessoa e pontuou que eventos em locais fechados só poderão acontecer caso não haja risco à saúde.

Mais PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1