Escola Técnica de Serra Branca ganha o nome do ex-prefeito Inácio Antonino

O Governador do Estado, Ricardo Coutinho, sancionou nesta semana uma lei do deputado Estadual, Frei Anastácio que dar nome a Escola Técnica do Cariri, obra esta que está em construção na cidade de Serra Branca.

A Escola Técnica ganha o nome de Inácio Antonino, que foi prefeito de São João do Cariri na época em que Serra Branca pertencia a cidade mãe da região. Inácio teve uma atuação no setor rural que até hoje é reconhecida pela população serrabranquense.

O terreno onde a Escola Técnica está sendo construída foi doado pelo militante político Rafael Maracajá, neto de Inácio Antonino. Nas redes sócias Rafael comemorou a sansão do Governador Ricardo Coutinho.

“Escola Técnica do Cariri Inácio Antonino. Hoje o céu amanheceu em festa. Ele tanto que lutou enquanto vivo pelo sonho de muitos, hoje é eternizado na maior revolução da humanidade, a educação. O governador Ricardo Coutinho sancionou a lei que faz justiça com sua história. O momento é de agradecimento, sobretudo, a Deus, ao Dep. Frei Anastácio pela iniciativa, ao Dep. Gervásio Maia pela articulação e a todos que de algum forma contribuíram e acreditaram que Serra Branca pode mais, muito mais. O Cariri era seu país, Serra Branca seu estado, o Ligeiro sua capital, mas, sempre foi e seremos filhos do mundo, mas com o nosso lugar guardado no coração” publicou.

A obra da Escola Técnica de Serra Branca tem um investimento de 13 milhões de reais e a sua estrutura contará com 12 salas de aula, 8 laboratórios, 1 refeitório, 1 anfi-teatro, 1 auditório com capacidade para 200 pessoas, além de um Ginásio Poliesportivo. A instituição terá capacidade para 1.200 alunos.

Com Paraíba Mix

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri