Energisa e Chesf apuram causa de apagão que afetou cidades do Cariri paraibano

Um possível problema na linha de transmissão entre as cidades de Campina Grande e Pocinhos provocou a interrupção do fornecimento de energia em 10 municípios da Paraíba na tarde desta segunda-feira (6). A Energisa (distribuidora de energia da Paraíba) e a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) ainda apuram as causas do problema.

De acordo com a Energisa, a interrupção durou apenas 12 minutos. apagão afetou os municípios de Campina Grande, Esperança, Boqueirão, Pocinhos, Soledade, Juazeirinho, Sumé, Boa Vista, São João do Cariri e Santa Luzia.

A empresa emitiu uma nota sobre o caso:

A Energisa informa que uma possível ocorrência na linha de transmissão Campina Grande-Pocinhos impactou o fornecimento de energia em Campina Grande e alguns municípios próximos, por volta das 16h34 desta segunda (6). Após a inspeção e atuação da equipe, o problema foi solucionado e, às 16h46 o fornecimento de energia foi normalizado em 100% localidades afetadas. As causas estão sendo apuradas pelas equipes da concessionária e pela Chesf.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1