Em Sumé, vereador denuncia atraso de salários da nova gestão e diz que “estão brincando de casinha com a cidade

Na última sessão da Câmara Municipal de Sumé, o vereador Dida Alves fez uma grave denúncia sobre o atraso no pagamento de salários de servidores de algumas áreas da administração municipal. Indignado com a situação, o parlamentar afirmou que essa realidade nunca havia ocorrido na história recente do município.

Durante seu pronunciamento, Dida Alves criticou duramente a gestão do prefeito Manezinho Lourenço, alegando que esse problema já se faz presente nos primeiros meses de governo.

“Tem gente brincando de casinha com a cidade de Sumé! Nunca vimos isso acontecer antes, e já no início dessa gestão, servidores estão sofrendo com atrasos salariais”, disparou o vereador.

Dida Alves cobrou explicações urgentes da Prefeitura e exigiu uma solução imediata para o que classificou como uma “brincadeira de criança, uma brincadeira de casinha com a cidade”.

A denúncia levantou preocupação entre os parlamentares e a população, que aguardam um posicionamento oficial da gestão municipal sobre os atrasos salariais e suas devidas providências.

A Prefeitura de Sumé ainda não se manifestou sobre o caso.

De Olho no Cariri

Paraiba Mix

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB