Em Monteiro, Marcelo Queiroga anuncia investimentos de R$ 4 milhões e instalação do Centro de Hemodiálise que atenderá a população do Cariri

Com a recepção da prefeita Anna Lorena e demais prefeitos da região do Cariri paraibano, o  ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, chegou a cidade de Monteiro em mais um dia de sua agenda aqui na Paraíba.

Em sua chegada à Monteiro, o ministro paraibano logo participou da testagem de Covid-19 na Escola Estadual José Leite de Sousa, e logo em seguida concedeu uma entrevista coletiva aos profissionais da imprensa.

Em entrevista, Marcelo Queiroga anunciou mais de R$ 4 milhões de investimentos para atender despesas da Saúde na região do Cariri paraibano.

O ministro paraibano explicou que os recursos serão divididos em três partes. Primeiro será R$ 1,5 milhão para atender o município de Monteiro, segundo será destinado R$ 1 milhão para atender ao município de Sumé e o último será destinado R$ 1,5 milhão para atender o Consórcio Intermunicipal de Saúde do Cariri Ocidental (CISCO).

Marcelo Queiroga ainda confirmou a implantação do centro de Hemodiálise para atender toda a região do Cariri paraibano.

Dentre as lideranças e prefeitos da região que estiveram acompanhando o ministro da saúde na cidade de Monteiro, marcaram presença o deputado federal Wellington Roberto, a prefeita anfitriã, Anna Lorena, Éden Duarte – prefeito de Sumé, Dr. Romualdo – prefeito do Congo, Nelsinho Honorato – prefeito de Coxixola, Tiago Castro – prefeito de Cabaceiras, Dr. Augusto Valadares – prefeito de Ouro Velho, Bira Mariano – prefeito de Camalaú, Felício Queiroz – prefeito de São José dos Cordeiros, Inácio Nóbrega – prefeito de Amparo, Nananda Barbosa – prefeito de Livramento, Silvano Dudu – prefeito de Caraúbas e Genivaldo – prefeito da Prata.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1