Edital do concurso da Polícia Civil será publicado nesta quarta-feira, anuncia governador João Azevêdo

O governador João Azevêdo anunciou as novidades sobre concurso público no Estado da Paraíba. Durante o programa Conversa com o Governador, transmitido pela Rádio Tabajara, nesta segunda-feira (27), o gestor disse que o edital será lançado nesta quarta-feira (29), no Diário Oficial. Estão previstas 1.400 vagas para diversos cargos na Polícia Civil. A média salarial pode chegar a até R$ 9,5 mil.

“Esse é o maior concurso da Polícia Civil em nosso estado. Quarta-feira sairá o edital para esse tão esperado certame. Isso é um reconhecimento a um esforço de todo o segmento de funcionários e servidores que desempenham um papel importante para nossa sociedade. É por isso que a Paraíba foi classificada como a quinta melhor segurança do Brasil e a segunda melhor do Nordeste “, disse.

O concurso deve suprir as necessidades dos cargos de carreira da Polícia Civil, considerando um cenário com previsão de 785 servidores aptos à aposentadoria.

De acordo com o delegado Bergson Vasconcelos, a prova acontece no mínimo em 90 dias após a publicação do edital, ou seja, a previsão é entre dezembro e janeiro.

Segundo o delegado, o requisito para ingressar em qualquer cargo é ter nível superior completo. Os inscritos serão avaliados por etapas diversas como: prova objetiva, escrita, investigação social, teste de aptidão física, teste psicotécnico e curso de formação.

A banca organizadora do certame é o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) que será o responsável por elaborar o edital, a prova e executar todas as etapas. O contrato tem validade inicial de dois anos, até 2023.

Com a publicação do edital, os interessados terão acesso ao cronograma do certame e do conteúdo programático, além das demais regras, e a abertura das inscrições.

De Olho no Cariri 

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1