Dois profissionais de saúde de Monteiro morrem vítimas da Covid-19 nesta terça-feira

O município de Monteiro está em luto com a morte repentina de dois profissionais da saúde (enfermeiros), ambos vítimas do Covid-19 nesta terça-feira (15). As novas vítimas foram Janielma e Ivan Cavalcante, ambos enfermeiros do Hospital Regional de Monteiro.

Os dois servidores da saúde estavam internados acometidos da doença. A enfermeira Janielma havia dado à luz a uma criança recentemente, e morreu no início da manhã desta terça-feira.

Já no início da tarde de hoje, veio a óbito o enfermeiro Ivan Cavalcante, que estava internado no Hospital das Clínicas em Campina Grande. Além de enfermeiro e funcionário do Hospital, Ivan era agente de saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Monteiro e disputou o cargo de vereador de Monteiro nas eleições de 2012.

O município de Monteiro vive o seu pior momento desde o início da pandemia da Covid-19, com 57 óbitos confirmados, além de 626 casos ativos da doença.

Nos últimos dias a Prefeitura de Monteiro publicou um novo decreto com a adoção de novas medidas mais restritivas, com a finalidade de conter a expansão do número de casos de Covid-19.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1