Distrito da Malhada da Roça sedia terceiro Concurso de Quadrilhas Juninas do Cariri paraibano neste sábado

O Distrito da Malhada da Roça, em São João do Cariri, será palco no próximo sábado, dia 21 de junho, da terceira edição do concurso de Quadrilhas Juninas da região do Cariri paraibano.

O evento promete ser um marco cultural, reunindo 11 quadrilhas juninas representando todo o Estado da Paraíba, incluindo algumas da capital, João Pessoa.

O festival Flor do Cariri, que deu origem ao concurso, nasceu de uma quadrilha junina local formada por jovens do distrito. Com o tempo, o evento cresceu, atraindo quadrilhas da região Agreste e se tornando cada vez mais significativo.

Com uma premiação de até R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais), a competição será realizada no Ginásio Poliesportivo do distrito, que receberá uma mega estrutura para acomodar o público e os participantes.

A entrada é totalmente grátis, e o festival vem com grande intuito de celebrar a cultura nordestina, com muito forró, comidas típicas, artesanato e atrações culturais. O evento terá início às 19 horas.

O festival destaca a valorização da cultura local e o fortalecimento das tradições juninas, marcando o segundo concurso de quadrilhas juninas do Distrito da Malhada da Roça.

O Festival Flor do Cariri tem a organização de Renally Ramos e conta com o apoio da Faculdade Uninassau, Governo da Paraíba, Sesc PB, Prefeitura de São João do Cariri e Cachaça Braúna.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri