Dezesseis cidades da Paraíba ainda não registraram chuvas este ano, diz Aesa

Pelo menos 16 cidades da Paraíba não registraram chuvas neste ano, segundo dados disponibilizados pela Agência Executiva das Águas do Estado (Aesa) até esta terça-feira (18). A maioria dos municípios está no Sertão e Agreste paraibano.

De acordo com a Aesa, as cidades que ainda não tiveram chuvas foram Tenório, São José dos Ramos, São José da Lagoa Tapada, Santo André, Santa Cecília, Riachão do Poço, Riachão, Queimadas, Lucena, Gurjão, Gado Bravo, Caturité, Casserengue, Barra de São Miguel, Aroeiras e Caldas Brandão.

Em seis municípios houve o registro de chuvas, mas com volume pequeno, ou quase irrelevante. É o caso de São João do Cariri (1,0 mm), Boa Vista (1,4 mm), Pocinhos (1,5 mm), Cabaceiras (2,6 mm) e Soledade (5,7 mm).

Outras cidades paraibanas já registraram bons índices pluviométricos nos primeiros quatro meses do ano, como os municípios de Diamante, Pedra Branca e Mataraca, com 723,5 mm, 712,9 mm e 695,1 mm, respectivamente.
Com G1

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri