Dez mortos em queda de avião no Rio Grande do Sul são da mesma família

Todos as dez pessoas que estavam em avião que caiu em Gramado, na Serra do Rio Grande do Sul, morreram no acidente na manhã deste domingo (22). A Polícia Civil informou em coletiva de imprensa que as vítimas são o empresário Luiz Claudio Salgueiro Galeazzi e nove familiares dele.

“Ao que tudo indica, nós temos as 10 vítimas que estavam na aeronave. Família do senhor Luiz Cláudio Salgueiro Galeazzi, esposa, três filhos, a irmã, o cunhado, a sogra e duas crianças. Em princípio, são essas as vítimas fatais desse lamentável fato”, disse o delegado.

De acordo com as autoridades, a identificação das vítimas foi realizada a partir de uma força-tarefa que levantou informações do hotel em a família estava hospedada. Por ser uma aeronave privada, não tinha uma lista oficial de tripulantes.

Galeazzi era proprietário da aeronave e a pilotava no momento do acidente. O empresário atuava na área de gestão de crise e restruturação de empresas.

Feridos

De acordo com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, 17 pessoas foram impactadas em terra e precisaram de atendimento médico. Cinco já foram liberadas e outras 12 permanecem hospitalizadas.

Duas pessoas estão em estado grave, uma delas teve queimaduras e foi transferida para Porto Alegre.

A prefeitura de Canela informou em nota que a Defesa Civil foi mobilizada para a área e que a RS-235 está bloqueada. Segundo as autoridades, há risco de explosão na região.

Com G1

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1