Detran-PB intensifica Operação Lei Seca durante festejos juninos

Um efetivo de 54 agentes de trânsito e mais 11 policiais vão intensificar o trabalho da Operação Lei Seca durante os festejos juninos deste ano. Coordenada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), a Lei Seca vai atuar nas cidades de maior fluxo durante as festas de São João e São Pedro.

Segundo o chefe da Divisão de Policiamento e coordenador da Lei Seca, major Sérgio Fonseca, as atividades serão intensificadas principalmente em João Pessoa, Campina Grande e Patos, além de atuar em outras cidades do interior do estado. A ação durante os festejos juninos contará com o apoio das polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, além dos postos e Ciretrans nos municípios.

De acordo com o superintendente do Detran da Paraíba, Agamenon Vieira, a ação da Lei Seca será intensificada durante as festas juninas, com a finalidade de combater o uso associado de álcool e direção no entorno dos grandes eventos do estado. Além disso, a operação contará com ações educativas e preventivas, realizadas pelas equipes da Divisão de Educação de Trânsito (DET) e da Escola Pública de Trânsito (EPTran) deste órgão.

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri