Deputado Eduardo Brito assegura asfalto para todas as ruas calçadas de Santo André

A cidade de Santo André, no Cariri paraibano, conquistou mais um importante investimento para o seu desenvolvimento urbano. Por meio da articulação do deputado estadual Eduardo Brito, junto ao Governo da Paraíba, o município foi contemplado com 30 mil metros quadrados de travessias urbanas em asfalto sobre calçamento.

O investimento permitirá a pavimentação asfáltica de todas as ruas que já possuem calçamento na cidade, representando um avanço significativo na mobilidade urbana e na qualidade de vida da população.

A conquista é resultado do trabalho conjunto liderado pelo prefeito Edglei Amorim e seu grupo político, que vêm buscando parcerias e investimentos para promover melhorias estruturais e garantir mais desenvolvimento para Santo André.

O prefeito Edglei Amorim destacou que a obra representa mais um passo importante no processo de transformação urbana do município.

“Estamos trabalhando para construir uma cidade cada vez mais organizada, moderna e preparada para o futuro. Esse investimento chega para melhorar a vida das pessoas e reafirma nosso compromisso com o desenvolvimento urbano de Santo André”, ressaltou.

O gestor também destacou que a conquista ocorre em um ambiente de parceria política e institucional. Tanto o deputado Eduardo Brito quanto o deputado estadual Chico Mendes integram o mesmo partido político e atuam em defesa do fortalecimento dos municípios paraibanos, contribuindo para a chegada de investimentos que impulsionam o crescimento regional.

Médico cardiologista e deputado estadual, Eduardo Brito comemorou a conquista ao lado do prefeito Edglei Amorim, do vice-prefeito Rodrigo e dos vereadores Felipe, Zenaldo, João Batista, Assis, Rosenildo e Socorro Souto.

Durante o encontro, o parlamentar também anunciou a destinação de uma emenda impositiva no valor de R$ 350 mil para a aquisição de uma van que reforçará os serviços oferecidos à população.

Com mais essa conquista, fruto da articulação do deputado Eduardo Brito e da gestão municipal, Santo André segue avançando com obras estruturantes que promovem desenvolvimento, mobilidade urbana e mais qualidade de vida para todos os seus moradores.

Ascom

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB