De Boa Vista, jornalista Mateus Araújo vence Concurso Literário José Lins do Rêgo e terá livro publicado

O jornalista caririzeiro Mateus Araújo, 28 anos, é o ganhador do Concurso Literário José Lins do Rêgo, na categoria Crônica, promovido pelo Governo do Estado através da Funesc.

A obra intitulada ‘A bença – memórias, pelejas e afetos nas veredas caririzeiras’, é composta por 100 textos curtos pautados em temáticas voltadas para o povo caririzeiro.

“Este é um livro que fala sobre a simplicidade, sobre o que muitos podem até considerar sem importância, sobre os detalhes do cotidiano de um povo que antes mesmo de nascer já está ciente que não tem a opção de desistir”, disse o autor.

“Esta obra é um tributo aos nossos antepassados que hoje viraram memórias. É também um resgate da nossa cultura e tradição através de cada palavra e de cada personagem real aqui descrito. ‘A bença’ é sobre pertencimento”, concluiu.

Mateus Araújo é fruto do ensino público, filho de agricultores, graduado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba, e Mestre em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba. A previsão de publicação do livro é para dezembro deste ano.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1