Criminosos tentam aplicar golpe virtual no prefeito Romualdo Quirino e usam nome dele para pedir dinheiro

O prefeito do município do Congo, Dr. Romualdo Quirino foi vítima de uma tentativa de golpe virtual durante os últimos dias.

Criminosos tentaram se passar pelo prefeito caririzeiro usando um número e uma foto e pedindo dinheiro a conhecidos pelo aplicativo do whatsapp.

Sua esposa e vice-prefeita Flavinha usou suas redes sociais para alertar e informar sobre o golpe. Flavinha pediu que ninguém realize qualquer tipo de transação que solicitem em nome de Romualdo e acrescentou ainda que o mesmo não possui whatsapp.

Além do Dr. Romualdo Quirino, outros gestores caririzeiros há exemplo de Tiago Castro (Cabaceiras), Souzinha (Serra Branca) e Helder Trajano (São João do Cariri), José Elias (Gurjão), Onildo Lindemberg (São Domingos do Cariri), já haviam anteriormente sido vítimas de clonagem em seus respectivos aparelhos celulares. Ambos os gestores também denunciaram o caso e alertaram sobre o crime nas redes sociais.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1