Criança é arremessada e casal fica preso às ferragens em acidente na BR-104, na Paraíba

Uma colisão entre carros foi registrada no fim da tarde desta terça-feira (21), na BR-104, entre os municípios de Lagoa Seca e Campina Grande. O acidente ocorreu por volta das 18h e três pessoas da mesma família ficaram feridas, entre elas, uma criança de 3 anos.

A colisão entre os dois veículos pode ter sido motivada por uma ultrapassagem indevida. Com o impacto, duas vítimas ficaram presas às ferragens e precisaram de apoio do Corpo de Bombeiros para serem retiradas do veículo.

A criança de 3 anos, com a força do impacto, foi arremessada para fora do carro. Ainda não se tem informação se a criança estava ou não utilizando o cinto de segurança.

O Samu prestou atendimento e as três vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Trauma de Campina Grande.

As vítimas foram identificadas como Jhon Pereira de Lima, de 32 anos e Erika de Sousa e Assis, de 28 anos, e passaram por procedimento cirúrgico. A criança está na UTI e em cuidados intensivos na unidade hospitalar.

O condutor do outro veículo envolvido no acidente fugiu do local e ainda não foi localizado.

G1 PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1