Criança de Cabaceiras é internada após picada de cobra Jararaca no Hospital de Trauma, que registra 61 casos em 2025

Uma criança de Cabaceiras, no Cariri da Paraíba, foi internada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande após ser picada por uma cobra Jararaca. O quadro clínico da criança é estável, e ela foi transferida da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para a enfermaria.

Esse caso faz parte de um aumento no número de atendimentos por picadas de cobra no hospital. Somente nos três primeiros meses de 2025, a unidade registrou 61 casos de acidentes causados por mordidas de serpentes. Atualmente, duas crianças estão internadas no hospital se recuperando de envenenamentos, sendo uma delas também picada por uma Jararaca, em Ingá.

Nesta quinta-feira (27), outro paciente, desta vez da cidade de Tenório, foi atendido no ambulatório da unidade e internado na área vermelha após ser picado por outra Jararaca. O seu quadro clínico é estável.

A médica e coordenadora do Hospital de Trauma, Noadja Andrade, alertou a população para procurar imediatamente um médico em casos de ataques de animais peçonhentos.

“A conduta deve ser imediatamente procurar um serviço médico, correr mesmo para o serviço médico, para iniciar imediatamente o soro. E não precisa ver o animal pra saber qual é o tipo do acidente. Porque pela sintomatologia a gente sabe qual é o soro que vai ser colocado na criança”, afirmou.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB