Covid-19: Campina Grande aplica terceira dose em profissionais de saúde, a partir desta quarta-feira

A Secretaria de Saúde de Campina Grande aplica, a partir desta quarta-feira, 06, a terceira dose da vacina contra covid-19, nos profissionais de saúde em geral . A oferta é voltada para os trabalhadores que tomaram a segunda dose até o dia 5 de abril.

A vacinação acontece na Unifacisa, das 9h às 12h e das 14h às 17h e os profissionais precisam realizar agendamento prévio no site vacinacao.campinagrande.pb.gov.br, além de apresentar documento comprobatório de que atuam na área de saúde.

Também haverá aplicação de terceiras doses para pessoas a partir de 70 anos de idade, que receberam a D2 até 6 de abril. Para este público, a aplicação acontece pela manhã, na Unifacisa e no Parque do Povo e à tarde, no INSS Dinamérica, no modelo drive-thru.

A aplicação de segundas doses acontece em vários pontos diferentes, de acordo com o tipo de vacina. Ainda haverá aplicação de primeiras doses para adultos retardatários, à tarde, no Parque do Povo, sem a necessidade de agendamento.

Confira o cronograma:

Segundas doses

Coronavac

09h às 12h

  • Centro de Saúde do Catolé
  • Centro de Saúde de São José da Mata
  • Centro de Saúde da Palmeira
  • Centro de Saúde da Liberdade
  • Policlínica das Malvinas
  • Centro de Saúde Francisco Pinto
  • Centro de Saúde da Bela Vista

14h às 17h

  • Parque do Povo

Pfizer

09h às 12h

  • Unifacisa
  • Igreja Verbo da Vida

14h às 17h

  • Unifacisa

AstraZeneca

14h às 17h

  • Parque do Povo
  • Centro de Saúde do Catolé
  • Centro de Saúde de São José da Mata
  • Centro de Saúde da Palmeira
  • Centro de Saúde da Liberdade
  • Policlínica das Malvinas
  • Centro de Saúde Francisco Pinto
  • Centro de Saúde da Bela Vista

D3 de Trabalhadores de Saúde que tomaram a D2 até o dia 05/04/2021

09h às 12h

  • Unifacisa

14h às 17h

  • Unifacisa
  • HCA (Exclusivo para funcionários)
  • UPA Dinamérica (Exclusivo para funcionários)
  • UPA Alto Branco (Exclusivo para funcionários)

D3 de Idosos a partir de 70 anos que tomaram a segunda dose até o dia 06/04/2021

09h às 12h

  • Parque do Povo
  • Unifacisa

14h às 17h

  • Drive-Thru
  • INSS Dinamérica

D1 de 18 anos ou mais

14 às 17 horas

  • Parque do Povo.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1