Concurso da Prefeitura de Boa Vista tem edital divulgado com salários de mais de R$ 4 mil

A Prefeitura de Boa Vista, publicou edital para concurso público, com início das inscrições nesta terça-feira (19) a partir das 9h. O certame oferta 99 vagas imediatas para diversos cargos nos níveis fundamental, médio e superior, com jornada de trabalho que varia de 20 a 40 horas semanais e remuneração mensal no valor de R$ 1.532,52 a R$ 4.020,19.

Sob organização da banca Ápice Consultoria, as inscrições serão feitas até o dia 21 de setembro no site da organizadora (https://apiceconsultoria.com/). A taxa de inscrição é de R$ 34 para o nível fundamental, R$ 55 para o nível médio e R$ 70 para o nível superior.

A seleção acontecerá por meio de prova objetiva, prevista para o dia 23 de novembro deste ano e para alguns cargos também haverá prova prática e prova de títulos. O concurso terá validade de dois anos, a partir da publicação de sua homologação no Diário Oficial do Município.

O prefeito Fernando Aires, falou sobre a importância da realização do concurso. “Nossa gestão reforça o compromisso de ampliar e fortalecer o quadro de servidores efetivos, garantindo a continuidade dos serviços públicos e a valorização do trabalho em áreas essenciais e estratégicas para o desenvolvimento do município”.

Confira os cargos disponíveis para o concurso: Agente Comunitário de Saúde (3 Vagas); Agente de Combate às Endemias (1 Vaga); Assistente Social (2 Vagas); Assistente Social Educacional (2 Vagas); Auxiliar Administrativo Educacional (2 Vagas); Auxiliar de Consultório Dentário (2 Vagas); Auxiliar de Serviços Gerais (6 Vagas); Biomédico (2 Vagas); Bioquímico (1 Vaga); Enfermeiro (3 Vagas); Enfermeiro do Trabalho (1 Vaga); Engenheiro Agrônomo (1 Vaga); Engenheiro Civil (2 Vagas); Farmacêutico (1 Vaga); Fiscal De Tributos (1 Vaga); Fisioterapeuta (1 Vaga); Médico Clínico Geral (2 Vagas); Médico Ortopedista (1 Vaga); Médico Ginecologista (1 Vaga); Médico Pediatra (1 Vaga); Médico Endocrinologista (1 Vaga); Médico Neurologista (1 Vaga); Médico Psiquiatra (1 Vaga); Médico do Trabalho (1 Vaga); Médico Veterinário (2 Vagas); Merendeira (3 Vagas); Motorista B (4 Vagas); Motorista “D” Ou “E” – Saúde (2 Vagas); Motorista “D” ou “E” – Educação (2 Vagas); Nutricionista (1 Vaga); Operador de Máquina Pesada – Tratorista (1 Vaga); Operador de Motoniveladora (2 Vagas); Operador de Retroescavadeira (1 Vaga); Orientador Educacional (2 Vagas); Pedreiro (2 Vagas); Professor Classe P1 Polivalente (9 Vagas); Professor Classe P2 Educação Básica II Ciências Biológicas (1 Vaga); Professor Classe P2 Educação Básica II Educação Artística (1 Vaga); Professor Classe P2 Educação Básica II Educação Física (1 Vaga); Professor Classe P2 Educação Básica II – Filosofia (1 Vaga); Professor Classe P2 Educação Básica II – Geografia (2 Vagas); Professor Classe P2 Educação Básica II – Letras (2 Vagas); Professor Classe P2 Educação Básica II – Matemática (2 Vagas); Psicólogo (1 Vaga); Secretário Escolar (2 Vagas); Sepultador (2 Vagas); Supervisor Escolar (2 Vagas); Técnico em Segurança do Trabalho (1 Vaga); Trabalhador Braçal (7 Vagas); Vigia (3 Vagas).

Ascom

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil