Começam hoje inscrições para o CFO do Corpo de Bombeiros da Paraíba com salário inicial de R$ 6 mil

Começam nesta segunda-feira (4), as inscrições para a seleção do Curso de Formação de Oficiais (CFO) do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba. Os interessados poderão se inscrever até dia 22 de outubro.

Estão sendo ofertadas 12 vagas destinadas à ampla concorrência para o cargo de Oficial do Corpo de Bombeiros. A taxa de inscrição é de R$ 70 e se refere aos Exames Complementares.

Conforme o edital, que o ClickPB teve acesso, a seleção terá três fases: a primeira fase é a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2021); a segunda é a que trata dos Exames Complementares como exames de saúde, de aptidão física e psicológico; e a terceira e última, a Avaliação Social (somente para os candidatos convocados para a pré-matrícula).

Para participar é necessário ficar atento a exigência da idade máxima. Os candidatos civis e oriundos das Forças Armadas ou de outras corporações militares tem como idade máxima 32 anos no ano da matrícula do curso, ou seja, até 31 de dezembro de 2022. Enquanto, para os candidatos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba (CBMPB), o máximo é 40 anos.

A remuneração inicial prevista para o Aspirante a Oficial Bombeiro Militar é de R$ 6.061,00, chegando a R$ 7.791,20 quando promovido ao posto de 2º tenente. Para se inscrever é necessário acessar o site do Corpo de Bombeiros da Paraíba.

O edital está no link: https://bombeiros.pb.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Edital-CFO-BM-2022-DOE-de-30.09.2021.pdf.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1