Com vazão máxima, águas da Transposição passam por Caraúbas e já chegam em São Domingos do Cariri

Após o fornecimento da vazão máxima no projeto de Transposição do Rio São Francisco, as águas que correm o Rio Paraíba estão chegando mais rápido ao seu destino principal, o açude de Epitácio Pessoa em Boqueirão. Neste sábado (08), as águas chegaram com força ao município de Caraúbas e nas primeiras horas deste domingo (09) já era possível vê-la adentrando aos limites de São Domingos do Cariri.

De lá, a água segue para a cidade de Cabaceiras onde há o encontro dos Rios Paraíba e Taperoá e dali vai ao açude de Epitácio Pessoa em Boqueirão. Após a aceleração da água no Rio Paraíba, o Ministério da Integração Nacional estima que quarta-feira, 12 de Abril, o manancial Epitácio Pessoa começará a receber as primeiras recargas.

A Transposição do Rio São Francisco em seu Eixo Leste está sendo a redenção para uma população superior a meio milhão de pessoas que está com reservatórios praticamente secos e que poderia sofrer um grande colapso em seu abastecimento.

De Olho no Cariri
Foto: Reprodução do Whatsapp

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

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