Com vagas em Monteiro, Caixa Econômica inscreve para concurso público até esta segunda-feira

A Caixa Econômica Federal inscreve até a próxima segunda-feira (27), para o concurso público para o cargo de técnico bancário exclusivamente para pessoas com deficiência (PcD). No Brasil, ao todo, estão sendo oferecidas 1.100 vagas, sendo 1 mil para preenchimento imediato e 100 para formação de cadastro de reserva. Na Paraíba, está disponível seis vagas.

Os interessados em concorrer a uma das vagas deverão se inscrever no site da banca organizadora (www.cesgranrio.org.br) e preencher o formulário. A taxa de inscrição é de R$ 30.

Para participar do concurso, o candidato precisa ter o grau de escolaridade de nível médio completo. Ao passar no processo e assumir a vaga, o aprovado terá o salário de R$ 3.000,00 para jornada de 6 horas diárias e 30 horas semanais. De acordo com o edital, 20% do total de vagas serão destinadas aos candidatos autodeclarados pessoas com deficiência/pretos ou pardos.

Já as etapas deste concurso público seão provas objetivas, prova de redação, aferição da veracidade da autodeclaração prestada por candidatos pretos ou pardos, análise do Laudo Médico por Equipe Multiprofissional da condição declarada de deficiência, procedimentos admissionais para comprovação do atendimento aos requisitos e condições necessárias para a contratação e Exames Médicos Admissionais.

Na Paraíba há três polos de opção de escolha das pessoas interessadas em participar do concurso público: Campina Grande (com abrangência em Areia, Bananeiras, Campina Grande, Esperança, Guarabira, Itabaiana, Picui, Sapé), João Pessoa (Bayeux, Cabedelo, João Pessoa, Mamanguape, Pedras de Fogo, Santa Rita) e Patos (Cajazeiras, Catolé Do Rocha, Itaporanga, Monteiro, Patos, Pombal, Santa Luzia, São Bento, Sousa). No entanto, as cidades que irão realizar as provas serão Campina Grande e João Pessoa.

A previsão é que as provas objetivas e de redação sejam aplicadas dia 31 de outubro.

De Olho no Cariri

Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1