Com salto de casos e 100% de lotação, Hospital das Clínicas não tem mais vagas de UTIs para covid-19 em CG

Com o aumento no número de casos de coronavírus nas últimas semanas, leitos clínicos e de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para atender os pacientes com a doença no Hospital das Clínicas estão esgotados. De acordo com o Boletim, que foi divulgado na tarde desta sexta-feira (11) a lotação chega a 100%.

Segundo os dados estatísticos do mapeamento feito pelo Boletim Epidemiológico do Hospital das Clínicas, são 30 pacientes na UTI, 18 na enfermaria, um total de 48 internações, até o momento.

A situação já preocupava a direção da instituição, quando desde semana passada anunciaram novas medidas de ampliação da capacidade de atendimento.  A lotação acontece mesmo após a ampliação da quantidade de leitos, anunciada no final de novembro, pelo govenador João Azevêdo. Foram mais de 15 leitos colocados para ajudar no tratamento dos pacientes com o vírus.

Esse cenário foi previsto em uma pesquisa da Universidade Federal de Campina Grande, publicada no início do mês, alertando que os casos de Covid-19 em Campina Grande aumentavam 130% em uma semana, prevendo 14 mil infectados até dezembro.

Os dados do último Boletim de Saúde da cidade revelam 262 casos suspeitos, 12797, confirmados, 12280 recuperados e 381 óbitos até a última quinta-feira (10).

Confira o Boletim divulgado pelo Hospital das Clínicas a seguir:

Com Click PB

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O desembargador José Ricardo Porto, eleito presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) para o biênio 2027/2028, afirmou que a celeridade processual será a principal prioridade de sua gestão. Segundo ele, o objetivo é garantir respostas mais rápidas aos cidadãos que recorrem ao Poder Judiciário e aguardam a conclusão de suas demandas.

“Nós vamos priorizar o ponto mais essencial do Poder Judiciário, que é exatamente a celeridade processual. Nós iremos buscar uma resposta para os jurisdicionados, para o cidadão, a cidadã que procura o Poder Judiciário e às vezes não vê o término das suas demandas”, declarou.

Além disso, o  magistrado ressaltou que a atuação do Tribunal deve ter como foco os jurisdicionados, ou seja, as pessoas que procuram a Justiça para reivindicar seus direitos. Para ele, oferecer respostas dentro de um prazo razoável é uma obrigação do Poder Judiciário prevista na Constituição.

“Então a nossa maior preocupação, a nossa linha de atuação será a celeridade judicial para preservar o povo. O povo são os jurisdicionados, a quem, sim, nós devemos atenção, obrigação, na forma da Constituição”, declarou.

Com MaisPB