Com ofertas de vagas no Cariri, IFPB publica edital com 1710 vagas no SiSU

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) publicou nesta segunda-feira, 31, o edital de seleção de estudantes para provimento de vagas nos cursos de graduação oferecidos pela instituição no Sistema de Seleção Unificada (SiSU) para ingresso no 1º semestre letivo de 2022. As inscrições estarão abertas no período de 15 a 18 de fevereiro na página sisu.mec.gov.br. O IFPB está ofertando 1710 vagas distribuídas em 43 cursos superiores. Acesse aqui o edital.

O IFPB reserva 50% do total das vagas ofertadas por curso/turno/campus para candidatos Egressos de Escolas Públicas (EEP). Há também um bônus regional que consistirá de um acréscimo de 10% (dez por cento) na nota final do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) para estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas regulares e presenciais dos Municípios do Estado da Paraíba, além da comprovação de residência.

Os cursos superiores de Graduação estão distribuídos entre os Campi/polos de Cabedelo, Cajazeiras, Campina Grande, Guarabira, João Pessoa, Monteiro, Patos, Picuí, Princesa Isabel e Sousa. Entre as vagas ofertadas, o IFPB disponibiliza 200 para o curso de Licenciatura em Letras com Habilitação em Língua Portuguesa na modalidade de Educação a Distância (EaD) nos campi de Campina Grande, João Pessoa, Sousa e Picuí.

O candidato interessado em conhecer melhor cada curso, o IFPB mantém um catálogo dos cursos superiores no Portal do Estudante.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1