Cidade da Paraíba abre concurso com mais de 90 vagas e salários de até R$ 7,2 mil

A cidade de Mãe D’Água, no Sertão da Paraíba, lançou dois editais de concurso público, que oferecem 94 vagas para a Câmara Municipal e para a Prefeitura.

O concurso da Câmara Municipal disponibiliza três vagas para os cargos de agente administrativo, auxiliar de serviços gerais e técnico legislativo. Os cargos exigem ensino médio completo, têm jornada de trabalho de 40 horas semanais e salário de R$ 1.621,00. A taxa de inscrição custa R$ 95.

Já o processo seletivo da Prefeitura de Mãe D’Água oferece 91 vagas para cargos de níveis fundamental incompleto, fundamental completo, médio/técnico e superior. Os salários variam de R$ 1.621,00 a R$ 7.272,00.

As taxas de inscrição variam entre R$ 75, R$ 95 e R$ 115, de acordo com o nível de escolaridade do cargo escolhido.

As inscrições poderão ser feitas entre 26 de maio e 28 de junho, pelo site da CPCON da UEPB, banca organizadora do concurso.

As provas objetivas estão previstas para o dia 2 de agosto de 2026. Alguns cargos também exigirão etapas complementares. Para os cargos de motorista (CNH B), motorista (CNH D), motorista condutor socorrista e operador de trator e máquinas pesadas, haverá prova prática.

Já para os cargos de orientador educacional, professor de ciências, professor de educação básica I e psicopedagogo, os candidatos passarão por prova de títulos.

Confira os detalhes sobre as vagas

Câmara Municipal
  • Agente Administrativo — 01 vaga — R$ 1.621,00
  • Auxiliar de Serviços Gerais — 01 vaga — R$ 1.621,00
  • Técnico Legislativo — 01 vaga — R$ 1.621,00
Prefeitura
  • Auxiliar de Limpeza Urbana — 06 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Auxiliar de Serviços Gerais — 10 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Coveiro — 02 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Merendeira — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Motorista (CNH B) — 04 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Motorista (CNH D) — 05 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Motorista Condutor Socorrista — cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Porteiro — 10 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Operador de Trator e Máquinas Pesadas — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Eletricista — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Agente Administrativo — 07 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Agente de Combate às Endemias — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 3.242,00
  • Agente Comunitário de Saúde (Área 01 – UBS Maria Neuma Soares) — 02 vagas + cadastro reserva — R$ 3.242,00
  • Agente Comunitário de Saúde (Área 02 – UBS Alzira da Silva Lucena) — 02 vagas + cadastro reserva — R$ 3.242,00
  • Educador Social — 03 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Técnico em Enfermagem — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 1.621,00 + complementação federal
  • Técnico em Farmácia — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Assistente Social — 03 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Biomédico — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Enfermeiro — 02 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00 + complementação federa
  • lFarmacêutico — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Fiscal de Tributos — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 2.500,00
  • Fonoaudiólogo — 02 vagas + cadastro reserva — R$ 2.000,00
  • Médico Clínico – PSF — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 7.272,00 + gratificação
  • Nutricionista — 02 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Psicólogo — 03 vagas + cadastro reserva — R$ 1.621,00Terapeuta Ocupacional — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 2.000,00
  • Pedagogo — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 1.621,00
  • Orientador Educacional — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 4.063,36
  • Professor de Ciências — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 4.063,36
  • Professor de Educação Básica I — 02 vagas + cadastro reserva — R$ 4.063,36
  • Psicopedagogo — 01 vaga + cadastro reserva — R$ 1.621,00

Portal Correio

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil