Chuvas intensas: Inmet emite alerta para todas as cidades da Paraíba

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, nesta sexta-feira (26), um alerta amarelo de chuvas intensas para todas as cidades da Paraíba.

O alerta amarelo representa perigo potencial para ocorrência de chuvas intensas e segue em vigor até as 23h59 desta sexta-feira, conforme o Inmet.

Sistema do Inmet

O Inmet utiliza um sistema de cores para classificar tipos de alertas meteorológicos. O perigo pode ser representado pelas cores amarela, laranja ou vermelha.

Alerta amarelo: classifica “perigo potencial” com chuvas que podem chegar de 20 a 30 milímetros por hora com ventos de até 60 km/h. O risco de corte de energia e quedas de árvores durante o alerta é baixo.

Alerta laranja: classifica “perigo” com chuvas que podem chegar de 30 a 60 milímetros por hora com ventos de até 100 km/h. Durante o alerta existe risco para corte de energia, quedas de árvores e alagamentos e descargas elétricas.

Alerta vermelho: é o aviso mais preocupante do Inmet e classifica “grande perigo”, com um volume de chuva que pode ser superior a 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros por dia. Durante o alerta há probabilidade de grandes danos e acidentes, com risco de alagamentos e transbordamento de rios, além de deslizamentos de encostas.

Recomendações do Inmet

O Inmet recomenda que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores durante a chuva, pois há risco de queda e descargas elétricas. O órgão também orienta que veículos não sejam estacionados próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

Para as cidades sob alerta amarelo, o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada deve ser evitado. No caso dos municípios sob alerta laranja, o Inmet recomenda o desligamento de aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.

Canais de atendimento

Em casos de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

Com Jornal da Paraíba

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O governador Lucas Ribeiro recebeu, na manhã desta quinta-feira (27), na Granja Santana, em João Pessoa, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. O fortalecimento da caprinocultura, por meio da instalação de indústrias de leite de cabra em pó, foi um dos temas abordados durante o encontro. O projeto para a primeira indústria de leite caprino em pó já vem sendo desenvolvido em Casserengue, município do Curimataú.

O governador Lucas Ribeiro destacou que a visita do ministro Wellington Dias reforça o compromisso do Governo do Estado e do Governo Federal no fortalecimento da caprinocultura paraibana. “É uma grande alegria receber a visita do ministro Wellington Dias para discutir o fortalecimento da agricultura familiar, com a geração de mais oportunidades para quem produz. E a nossa caprinocultura tem sido um vetor de desenvolvimento, gerando emprego e renda para as pessoas. É um segmento que tem recebido o apoio do nosso Governo e do Governo Federal, com programas como o PAA Leite”, disse.

O ministro Wellington Dias destacou a viabilidade da iniciativa. “A Paraíba é o estado que tem o melhor desempenho na execução do Programa de Aquisição de Alimentos, o PAA Leite, e também é o estado que dá a maior contrapartida, fortalecendo o combate à desnutrição e à subnutrição. Além disso, muitas pessoas têm intolerância ao leite de vaca; daí a importância do leite de cabra”, disse.

A secretária de Estado do Desenvolvimento Humano, Neide Nunes, observou que a fabricação de leite de cabra em pó, além de gerar emprego e renda, vem fortalecer a segurança alimentar na Paraíba. “A primeira fábrica de leite em pó é mais uma iniciativa para manter o homem no campo e a cidade ter o seu poder de compra. Vamos fazer agora a primeira compra de leite em pó. São R$ 3 milhões do Governo da Paraíba e R$ 3 milhões do Governo Federal para ser distribuída com as famílias, por meio do PAA Compra com Doação Simultânea”, completou.

Outro assunto abordado durante a reunião entre o governador Lucas Ribeiro e o ministro Wellington Dias foram as mudanças climáticas, que devem impactar regiões do Estado, como o Semiárido. Participaram ainda o secretário-executivo de Mudanças Climáticas, Luiz Nunes; e a coordenadora de projetos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Joanne Santana.