Casos graves da variante Delta ocorrem em idosos acima de 70 anos e secretário defende necessidade de se iniciar logo aplicação da terceira dose

Os casos graves e de óbitos causados pela variante Delta são em idosos acima de 70 anos de idade, de acordo com o secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros. Por conta disso, defendeu a aplicação da terceira dose de vacina contra Covid-19 o mais rápido possível. Ele disse que a chegada dessa variante já era esperada na Paraíba e orienta a população a manter os mesmos cuidados sanitários de prevenção.

Desde julho a Delta circula na Paraíba, mas o relatório com o resultado das amostras enviadas pela Secretária de Estado da Saúde (SES-PB) foram devolvidas pela Fiocruz, nesta terça-feira (31). Das 27 amostras que passaram pelo protocolo de inferência (Naveca), 25 confirmaram o diagnóstico para variante Delta, sendo que dessas 22 amostras com variante Delta e mais 3 mutações da variante Delta.

“Continuar com os mesmos meios de prevenção porque a variante Delta tem um alto poder de contaminação. Contamina muito mais pessoas. Atinge mais os casos de óbitos e casos graves são naquelas pessoas acima de 70 anos, os idosos e daí a necessidade de se iniciar o mais rápido possível a terceira dose para idosos e pessoas imunossuprimidas, os transplantados, os renais crônicos que realizam hemodiálise e que usam corticóides”, revelou em entrevista ao programa Arapuan Veradde, da Rádio Arapuan FM.

De Olho no Cariri 

Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1