Carmelita Ventura adere ao programa Prefeito Amigo da Criança

A prefeita de Livramento, Carmelita Ventura, assinou o termo de adesão ao programa Prefeito Amigo da Criança, uma organização da Fundação Abrinq e um dos mais conceituados programas de incentivo às políticas públicas voltadas às crianças e adolescentes no Brasil.

Com a adesão, a gestão de Livramento passará a ser auxiliada para a implementação de ações e políticas que resultem em avanços na garantia dos direitos das crianças e adolescentes. O programa oferece subsídios técnicos e recomendações, bem como promove seminários que possibilitam o diálogo, a troca de experiências e a disseminação de conhecimentos úteis à construção ou à consolidação de políticas públicas.

Ao final da gestão, são avaliados os resultados obtidos pelos municípios, por meio de uma avaliação técnica e política, concedendo aos gestores o Reconhecimento Pleno da Fundação Abrinq de Prefeitos Amigos da Criança.

A prefeita Carmelita Ventura afirmou que sua gestão já tem um olhar especial voltado às crianças e aos adolescentes, mas a partir da adesão a esse programa, sua intenção é aprimorar as atividades a serem realizadas e articular uma Rede de Proteção Integral a esse público.

De Olho no Cariri

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri