Cantor Viny Santos tem veículo de trabalho e instrumento destruídos durante evento e amigos lançam campanha

Durante uma festa que aconteceu na noite deste sábado (8) na cidade de São Vicente -PB, o cantor Viny Santos teve seu veículo incendiado e totalmente destruído.

De acordo com informações tudo aconteceu quando um homem subiu no palco e começou a dançar, em seguida o proprietário do som do evento pediu pra o homem se retirar do palco, houve resistência e em seguida iniciou uma confusão.

Durante a briga, o carro do cantor Vinny Santos que estava estacionado de frente a casa de show foi confundido com o veículo do proprietário do som e muitas pessoas começaram a jogar pedras e atearam fogo, até um instrumento do cantor Viny Santos foi quebrado durante a confusão.

O cantor fez um vídeo relatando o ocorrido, nas redes sociais, amigos de Viny Santos iniciaram uma campanha com o objetivo de arrecadar recursos para que ele possa adquirir um violão e ter seu carro de volta.

VEJA O VÍDEO:

Com Portal Vale Notícias

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1