Candidato na Paraíba registra em cartório pretensão de doar salário de prefeito

Artur Bolinha, candidato a prefeito de Campina Grande pelo PSL, registrou em cartório na manhã desta terça-feira (3) um termo garantindo que, caso eleito no pleito de 2020, se recusa a receber o salário inerente ao cargo público.

A remuneração será doada todos os meses para instituições de caridade do município.

Bolinha reafirmou que a única motivação em assumir a cadeira do executivo da Rainha da Borborema é poder garantir uma vida melhor aos campinenses.

“Quero ser prefeito para única e exclusivamente retribuir tudo que essa cidade me deu. Quero de fato ver as pessoas de Campina felizes, tendo a oportunidade de uma vida digna e com oportunidades de crescimento de verdade”, afirmou.

O prefeito referiu-se aos cargos políticos como necessária e exclusivamente um serviço prestado para a melhoria das condições do dia a dia do povo.

“O político nada mais é do que um funcionário do povo. Não dá para querer tirar vantagem disso, é desumano e inadmissível. Em nossa gestão as pessoas serão levadas a sério”, pontuou.

PB Online

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O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu condenar, por 7 votos a 3, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a um ano de detenção, mais multa de R$ 80 mil, por ter difamado a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

O julgamento foi realizado em plenário virtual, prevalecendo ao final o entendimento do relator, ministro Alexandre de Moraes.

O caso está relacionado a publicações nas redes sociais feitas por Eduardo em outubro de 2021, quando ele afirmou que Tábata atendia aos interesses do empresário Jorge Paulo Lehmann, sócio de uma marca de produtos de higiene, ao defender um programa de distribuição de absorventes.

Moraes acatou os argumentos dos advogados da deputada, entendendo que as manifestações de Eduardo, feitas quando ele também era deputado, foram além do simples debate político e não poderiam estar protegidas pela imunidade parlamentar, pois feriram a honra de Tabata.

O relator foi acompanhado por Cármen Lúcia, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Ficaram vencidos os ministros Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça, que votaram pela absolvição.

Desde fevereiro de 2025, Eduardo Bolsonaro encontra-se nos Estados Unidos, para onde diz ter ido para se proteger do que chama de “perseguição” jurídica no Brasil. O ex-deputado teve concedido um greencard (permissão de residência) pelo governo norte-americano. Ele acabou sendo cassado pela Câmara por excesso de faltas.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil