Campus da UFCG em Sumé prorroga prazo de inscrição para vestibular 2021.1 em Educação do Campo

Foi prorrogado até o próximo dia 6 de outubro o prazo para inscrição no Vestibular 2021.1 do curso de Licenciatura Interdisciplinar em Educação do Campo, ministrado no Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus Sumé. São oferecidas 50 vagas, das quais 25 na modalidade Ampla Concorrência e 25 reservadas (cotas).

As inscrições prosseguem até às 23h59min do dia 6 de outubro.

O processo seletivo inclui avaliação da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de um dos anos entre 2016 e 2020, e Prova de Habilidade Específica (PHE), que consistirá na gravação de um vídeo com duração mínima de 1 minuto e máxima de 3 minutos, em que o candidato fará, dentre outras ações, a exposição da motivação ou interesse para ingresso no curso; explanação sobre vínculos a movimentos do campo ou a outros movimentos sociais (se houver); explanação sobre vínculos com comunidades rurais (se houver) e informações sobre o curso de Licenciatura em Educação do Campo.

A PHE deverá ser gravada exclusivamente usando-se a ferramenta digital Loom. O edital apresenta um tutorial de como proceder para utilizar a ferramenta e gerar o link do vídeo gravado utilizando-se de um smartphone.

Veja a retificação do Edital PRE Nº 17 que trata sobre o referido Vestibular.

A divulgação do resultado da Prova de Habilidade Específica acontecerá no dia 13 de outubro, enquanto que o resultado final será publicado no dia 16 de outubro. A matrícula em disciplinas ocorrerá no dia 11 de novembro, com o início das aulas acontecendo no dia 22 de novembro.

Veja aqui todas as publicações referentes ao Vestibular do curso de Licenciatura em Educação do Campo.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1