Câmara de Camalaú promove 1ª sessão extraordinária do ano para apreciar dois importantes projetos

Nesta próxima sexta-feira, dia 14, os parlamentares do município de Camalaú estarão se reunindo na primeira sessão extraordinária de 2021. Na pauta dois projetos de lei encaminhados pelo Poder Executivo.

A Câmara Municipal de Camalaú, sob a presidência do vereador Célio Môco, estará apreciando os projetos de lei que tratam da concessão do abono do FUNDEB aos profissionais da educação básica da rede municipal.

Outro projeto importante que será apreciado e colocado em votação, será a PL que autoriza o reajuste dos vencimentos dos servidores do município de Camalaú.

A sessão extraordinária terá início às 09hrs da manhã e será transmitida ao vivo pelas redes sociais da Câmara Municipal.

De Olho no Cariri

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1