Cagepa propõe aumento de 7,72% no valor da conta de água na Paraíba

A Companhia de Águas e Esgoto da Paraíba (Cagepa) propôs um aumento de 7,72% nas tarifas dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário nos municípios da Paraíba, em audiência pública realizada nesta terça-feira (4).

A proposta ainda deve passar por uma análise da Agência de Regulação do Estado da Paraíba (ARPB) para que seja definida a nova tarifa. Os novos valores só entram em vigor após aprovação da ARPB e publicação dos novos valores no Diário Oficial do Estado (DOE).

De acordo com a Cagepa, a estimativa do reajuste em reais é de um acréscimo de R$ 3,93 por mês para 67% dos usuários residenciais. A companhia informou que esses usuários consomem 10 mil litros de água mensalmente e que correspondem à utilização da taxa mínima normal dos serviços.

Como justificativa para a proposta do reajuste, a Cagepa disse que tem como objetivo melhorar os serviços prestados e garantir o equilíbrio econômico-financeiro através de tarifas viáveis.

Segundo a Cagepa, a tarifa social não deve ser alterada – permanecendo o valor de R$ 10,57 para serviços de água e esgoto – e nem a tabela de serviços e multas deve sofrer reajuste. Ou seja, a população carente que não pode pagar a taxa mínima normal não terá sua conta reajustada.

Com Agência Brasil

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri