Cães são envenenados em cidade do Cariri e casos geram revolta entre moradores

Moradores do município da Prata, no Cariri paraibano, estão indignados com uma série de casos de envenenamento de cães registrados nos últimos dias. Durante o fim de semana, diversos animais foram encontrados mortos nas ruas da cidade, com sinais evidentes de intoxicação por veneno.

As mortes geraram comoção e revolta na população, que denuncia a prática cruel e exige providências das autoridades competentes. Segundo relatos, os cães estariam sendo atraídos por restos de comida descartados no lixo e, ao tentarem se alimentar, acabam ingerindo substâncias letais.

“Parece que estão colocando veneno nas ruas para matar os cachorros. Quem faz isso não tem o caráter de acionar os órgãos responsáveis para resolver a situação. Prefere tirar a vida de um animal indefeso”, declarou um morador, que preferiu não se identificar.

O caso expõe a urgência de políticas públicas voltadas à proteção animal e ao controle populacional de cães e gatos em situação de rua. Até o momento, nenhum responsável pelos envenenamentos foi identificado, e a população cobra uma resposta efetiva da gestão municipal e das autoridades policiais.

De Olho no Cariri

Com Poeta Teixeirinha

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri