Botafogo-PB encara o Fortaleza pela segunda rodada da Série C

O Botafogo da Paraíba entra em campo nesta sexta-feira contra o Fortaleza pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro Série C. O Belo vem de um empate sem gols dentro de casa na primeira rodada, contra o Cuiabá. O duelo será no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza.

O jogo corria risco de não ocorrer por causa de uma punição imposta ao time cearense de 30 dias de suspensão das atividades esportivas. Mas o presidente do Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol no Ceará, Frederico Bandeira, concedeu efeito suspensivo da punição.

Em campo, o Botafogo luta para quebrar um tabu de três temporadas, já que o time paraibano não venceu o Fortaleza nas últimas três edições da competição. O time viajou na manhã da última quarta-feira para a capital cearense, onde se prepara para o confronto.

A partida desta sexta-feira está marcada para as 19h, no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza. Atualmente o Botafogo-PB ocupa a quinta posição na tabela do Grupo A, com 1 ponto, enquanto o Fortaleza ocupa a nona posição, sem somar pontos.

Com ClickPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri