Bolsonaro diz a apoiadores que deve desembarcar na Paraíba no próximo mês

O presidente Jair Bolsonaro (PL) deve desembarcar na Paraíba para cumprir agenda política no mês de fevereiro. A revelação foi feita pelo chefe do Executivo em conversas com apoiadores nesta terça-feira (18), onde deve visitar também o estado do Ceará.

“Mês que vem vou estar na Paraíba e no Ceará. Passei em Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Caruaru”, disse Jair Bolsonaro.

Havia a expectativa do presidente vir ao estado ainda no mês de janeiro, para participar de uma motociata com apoiadores, porém, ele alegou questões médicas e agendas prioritárias. Quem deve coordenar a visita do chefe do Executivo em solo paraibano é o deputado federal Welligton Roberto (PL).

Última visita na Paraíba

A última agenda de Bolsonaro na Paraíba foi em outubro de 2021. Na ocasião, o presidente veio ao estado para inauguração da obra do trecho final do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, em São José de Piranhas, no sertão do estado.

Paraíba.com

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1