Boa Vista participa do Julho Neon, evento estadual voltado ao fortalecimento da Saúde Bucal

O município de Boa Vista esteve representado no Julho Neon – Mês da Saúde Bucal e Capacitação Técnica, realizado nos dias 30 e 31 de julho, no Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa. A participação do município ocorreu por meio da coordenadora de Saúde Bucal, Ellen Cordeiro Costa, que representou a Secretaria Municipal de Saúde durante a programação.

Promovido pela Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba, o Julho Neon reuniu coordenadores municipais de Saúde Bucal de todo o estado para debater estratégias de fortalecimento da política pública de saúde bucal, além de oferecer capacitação técnica sobre os sistemas de informação utilizados na gestão dos serviços.

O evento também marcou a celebração da Lei Federal nº 15.408/2026, que instituiu oficialmente o Julho Neon como o mês dedicado à conscientização sobre a saúde bucal.

A coordenadora de Saúde Bucal do município, Ellen Cordeiro Costa, destacou a importância da experiência. “Participar do Julho Neon foi uma oportunidade de atualização e troca de experiências com profissionais de toda a Paraíba. A capacitação fortalece nosso trabalho e nos traz novos conhecimentos para aprimorar ainda mais a assistência em saúde bucal oferecida à população de Boa Vista.”

A participação da Prefeitura de Boa Vista em encontros como este reforça o compromisso com a qualificação permanente das equipes e a busca por melhorias nos serviços oferecidos à população.

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A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB