BNB renegocia dividas de R$ 64,9 mi com produtores rurais na PB

O Banco do Nordeste está procurando produtores rurais paraibanos para regularizar suas dívidas com a instituição financeira.

De acordo com o BNB, no Estado já foram regularizadas cerca de 2.564 operações liquidando ou renegociando R$ 64, 9 milhões.

Nesta sexta-feira (12) foi realizado audiência nas Câmaras Municipais de Sousa e Cajazeiras, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Paraíba (Faepa-PB). Os encontros contam com participação do presidente da Faepa-PB, Mário Borba, o gerente executivo do Banco do Nordeste, Silvio Carvalho, além dos gerentes das agências do Banco nas localidades das audiências.

“Queremos chegar aos 40 mil produtores paraibanos que ainda precisam saber as condições de renegociação que a lei estabelece e entendemos que esta é uma excelente oportunidade para o produtor rural liquidar sua dívida e resgatar sua cidadania de crédito”, destacou Silvio Carvalho.

 

De Olho no Cariri

Com MaisPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri