Bebê de 1 ano morre vítima de incêndio após 5 dias internada, em João Pessoa

Uma bebê de 1 ano e 8 meses morreu nesta quinta-feira (19), após cinco dias internada no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Ela foi uma das vítimas de um incêndio que atingiu um apartamento no Bairro das Indústrias, na sexta-feira (13), e que deixou cinco pessoas feridas, sendo a maioria crianças.

Na terça-feira (17), uma das crianças, de três anos de idade, morreu vítima do mesmo incêndio. Ele teve 80% do corpo queimado, estava internado na UTI pediátrica do hospital e não resistiu aos ferimentos.

De acordo com o Hospital de Trauma, uma outra criança, de cinco anos de idade, recebeu alta nesta quarta-feira (18). O pai da criança, único adulto entre as vítimas do incêndio, está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) em estado grave.

Ainda segundo o Hospital de Trauma, não há registro da entrada do adolescente que também foi vítima do incêndio no dia 13 de junho.

O Corpo de Bombeiros informou que foi acionado por volta das 23h para atender à ocorrência de incêndio em um condomínio. Foram enviadas ao local viaturas de combate a incêndio, busca e salvamento, além de resgate. Ainda não há informações sobre o que causou o incêndio.

De Olho no Cariri

Com G1 Paraíba

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri