Banco do Brasil garante reabertura das agências de Serra Branca, Taperoá e Soledade

O Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) recebeu nesta quinta-feira (01) comunicado do Banco do Brasil em relação ao que foi definido durante um almoço de trabalho ocorrido há alguns dias com o Presidente da instituição, Paulo Caffarelli.

O senador Lira e o Deputado Federal Rômulo Gouveia (PSD-PB) haviam solicitado a reabertura de agências e postos de atendimento de sete cidades paraibanas que sofreram danos físicos após ataques por explosivos e que, por este motivo, estão fechados e corriam o risco de ser desativados.

No comunicado, assinado pelo Gerente de Relações Institucionais Fernando Conde Medeiros, o Banco do Brasil informa que as agências e postos de atendimento das cidades de Conceição, Cuité, São João do Rio do Peixe, Gurinhém, Soledade, Serra Branca e Taperoá já estão com obras de recomposição em andamento, com previsão de conclusão até o mês de agosto.

A instituição também detalha os problemas ocasionados pelas ações criminosas que as agências e postos de atendimento tem sofrido em todo o país, incluindo assaltos, sequestros e arrombamentos com a utilização de explosivos, gerando prejuízos à integridade física e emocional de clientes, funcionários e prestadores de serviço.

Mesmo assim, o BB confirma o atendimento do pleito, após a realização de “análises técnicas que consideraram aspectos relacionados à segurança pessoal (clientes, funcionários e colaboradores) e patrimonial, e de ordens estratégica e econômico-financeira”, reafirmando a manutenção dos serviços nas sete cidades.

Lira destacou que, desde o primeiro momento, este trabalho contou com o empenho, ao seu lado, do Deputado Federal Rômulo Gouveia e que também faz parte deste pleito a reabertura das agências de Caaporã, cidade que tem o maior polo cimenteiro da Paraíba, e do MAG Shopping, na cidade de João Pessoa.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri