Bancários da Paraíba aderem à Greve Geral e paralisam atividades no dia 28 de abril

Em assembleia realizada na noite desta quarta-feira (19), as bancárias e os bancários da Paraíba aprovaram, por unanimidade, a adesão da categoria à Greve Geral de 28 de abril, convocada pelas centrais sindicais, federações, a Frente Brasil Popular e a Frente Povo sem Medo.  A Greve Geral é contra as reformas trabalhista e previdenciária, a terceirização irrestrita, a reestruturação e o desmonte dos bancos públicos.

Bastante participativa, a assembleia congregou dirigentes e delegados sindicais, bancários comprometidos com a luta da categoria e representantes de outros sindicatos de trabalhadores, que vieram reforçar a mobilização rumo à Greve Geral do dia 28 de abril.

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcelo Alves, alertou que a adesão à greve geral é a única forma de tentar barrar os retrocessos promovidos pelo atual governo.

“Estamos nos preparando para fazermos uma das maiores greves já protagonizadas pela classe trabalhadora. Essa luta é geral e vem sendo construída com muita mobilização para que, através da pressão, possamos barrar esse retrocesso histórico, que compromete o emprego, a aposentadoria e o futuro dos nossos filhos e netos. A hora é agora; as bancárias e os bancários não aceitam nenhum direito a menos”, concluiu Marcelo Alves.

Com ClickPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri