Bancada do governo pode ganhar seis nomes da oposição, revela Buba Germano

A bancada de apoio ao governo do estado poderá ser ampliada na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). É o que afirma o deputado estadual Buba Germano(PSB) ao comentar nesta quarta-feira (02), que políticos da oposição estariam sondando a passagem para o lado do governo.

“A gente só vai ter uma confirmação disso quando entendermos que é um processo natural. Tem pessoas que foram eleitas e que compreendem também que o governo está no caminho certo. E isso só se dará após a eleição da mesa. Evidentemente que é função dos líderes agrupar. Claro que nós temos convicção que já temos uma bancada sólida e que por isso muitas pessoas desejam migrar para o nosso lado”, explicou.

Segundo ele, a bancada que tem hoje cerca de 22 parlamentares pode ampliar o número para 28. “É um processo natural que pessoas que foram à granja disseram da vontade de vir para a situação. Eu posso dizer que nós fomos eleitos com 22 parlamentares e que ampliaremos esse número para 28”, disse.

Com Click PB

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1