Baixa umidade do ar atinge 101 municípios da Paraíba, aponta Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta amarelo de baixa umidade do ar para 101 municípios da Paraíba. O aviso teve início às 10h30 desta sexta-feira (7) e permanece válido até 22h, indicando situação de perigo potencial devido aos baixos índices de umidade.

Segundo o Inmet, durante o período de vigência do alerta, a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 30%, níveis considerados abaixo do recomendado para a saúde e que exigem atenção da população.

Apesar da redução da umidade, o órgão informa que o risco de incêndios florestais e de impactos mais graves à saúde é considerado baixo.

Recomendações do Inmet

Para diminuir os efeitos provocados pelo tempo seco, o instituto orienta que a população:

Beba bastante água ao longo do dia;
Evite atividades físicas intensas nos horários mais quentes;
Reduza a exposição direta ao sol, principalmente entre o fim da manhã e a tarde;
Mantenha ambientes ventilados e fique atento a sinais de desconforto causados pelo ar seco.

Em casos de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Municípios afetados

  1. Água Branca
  2. Aguiar
  3. Amparo
  4. Aparecida
  5. Areia de Baraúnas
  6. Assunção
  7. Belém do Brejo do Cruz
  8. Bernardino Batista
  9. Boa Ventura
  10. Bom Jesus
  11. Bom Sucesso
  12. Bonito de Santa Fé
  13. Brejo do Cruz
  14. Brejo dos Santos
  15. Cachoeira dos Índios
  16. Cacimba de Areia
  17. Cacimbas
  18. Cajazeiras
  19. Cajazeirinhas
  20. Carrapateira
  21. Catingueira
  22. Catolé do Rocha
  23. Conceição
  24. Condado
  25. Coremas
  26. Curral Velho
  27. Desterro
  28. Diamante
  29. Emas
  30. Ibiara
  31. Igaracy
  32. Imaculada
  33. Itaporanga
  34. Jericó
  35. Joca Claudino
  36. Junco do Seridó
  37. Juru
  38. Lagoa
  39. Lastro
  40. Livramento
  41. Mãe d’Água
  42. Malta
  43. Manaíra
  44. Marizópolis
  45. Mato Grosso
  46. Maturéia
  47. Monte Horebe
  48. Monteiro
  49. Nazarezinho
  50. Nova Olinda
  51. Olho d’Água
  52. Ouro Velho
  53. Parari
  54. Passagem
  55. Patos
  56. Paulista
  57. Pedra Branca
  58. Piancó
  59. Poço Dantas
  60. Poço de José de Moura
  61. Pombal
  62. Prata
  63. Princesa Isabel
  64. Quixaba
  65. Riacho dos Cavalos
  66. Salgadinho
  67. Santa Cruz
  68. Santa Helena
  69. Santa Inês
  70. Santa Luzia
  71. Santana de Mangueira
  72. Santana dos Garrotes
  73. Santa Teresinha
  74. São Bentinho
  75. São Bento
  76. São Domingos
  77. São Francisco
  78. São João do Rio do Peixe
  79. São José da Lagoa Tapada
  80. São José de Caiana
  81. São José de Espinharas
  82. São José de Piranhas
  83. São José de Princesa
  84. São José do Bonfim
  85. São José do Brejo do Cruz
  86. São José do Sabugi
  87. São José dos Cordeiros
  88. São Mamede
  89. Serra Branca
  90. Serra Grande
  91. Sousa
  92. Sumé
  93. Taperoá
  94. Tavares
  95. Teixeira
  96. Tenório
  97. Triunfo
  98. Uiraúna
  99. Várzea
  100. Vieirópolis
  101. Vista Serrana

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) da 23ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), deflagrou, nesse domingo (11), a Operação Oplotheke, com o cumprimento de mandado de busca e apreensão no município de Soledade.

A ação faz parte de uma investigação sobre a destinação do acervo de armas de fogo de um atirador desportivo, caçador e colecionador (CAC) falecido recentemente.

De acordo com as investigações, o filho do falecido, um advogado que reside no município, mantinha armas e munições sob sua guarda sem a devida comunicação do óbito aos órgãos competentes ou a adoção das providências legais para a destinação do armamento.

Durante as buscas na residência do investigado, os policiais civis apreenderam duas espingardas, sendo uma calibre 12, registrada em nome do falecido; e outra com a numeração suprimida. Também foram encontradas diversas munições de uso restrito, incluindo calibres 762, 9 mm, .357 Magnum e .45 ACP, além de munições de calibres .380, 12 e .22 e insumos para recarga.

Dos aproximadamente dez armamentos cadastrados em nome do falecido junto à Polícia Federal, apenas uma arma foi localizada durante a ação. O paradeiro das demais armas e a origem das munições apreendidas seguem sob investigação.

O advogado foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo com numeração suprimida e munições de uso restrito. Em razão da condição profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada para acompanhar o procedimento, assegurando as prerrogativas legais da advocacia. Diante das circunstâncias da ocorrência, não foi arbitrada fiança na esfera policial.

O nome da operação, Oplotheke, tem origem grega e remete à ideia de depósito ou arsenal de armas, em referência ao conjunto de armamentos e munições mantido irregularmente e apreendido durante a ação policial.

Acervo de armas de fogo de CAC

O administrador da herança ou inventariante tem o prazo de 90 dias para comunicar o óbito do CAC (Caçadores, Atiradores e Colecionadores) à Polícia Federal ou ao Exército Brasileiro. 

A arma deve permanecer sob a guarda do administrador ou curador em um local seguro, mas ela não pode ser usada ou portada por herdeiros sem a devida regularização. Manter arma registrada em nome de falecido sem processo sucessório é crime (Art. 12 do Estatuto do Desarmamento, conforme entendimento do STJ).

De Olho no Cariri

Com ClickPB