Artistas lamentam morte da cantora caririzeira Eliza Clivia

Diversos músicos lamentaram em suas redes sociais a morte da cantora caririzeira, Eliza Clivia, 36 anos e do seu marido, o baterista Sérgio Ramos. Eles morreram na tarde desta sexta-feira (16), em um acidente de trânsito no Centro de Aracaju, capital sergipana.

O cantor Gabriel Diniz lamentou a morte da colega de profissão e dos demais integrantes do veículo acidentado. Em publicação em sua rede social, afirmou: “A nação forrozeira hoje está em luto”.

A banda Limão com Mel e Mano Walter foram alguns dos que relembraram momentos da artista e fizeram sua despedida.

Wesley Safadão postou uma imagem da artista e desejou: “Muita luz para todos os familiares, amigos e fãs da @ElizaClivia, que se vai de forma tão inesperada, mas deixa sua marca no nosso forró com lindas canções. Que Jesus Cristo a receba de braços abertos junto com seu esposo Sérgio. E que Deus abençoe todos os meus colegas artistas que estão longe de casa trabalhando”.

O paraibano Luan Estilizado também utilizou as redes sociais para lamentar a perda da cantora. “Por que tão cedo Eliza?. Hoje acordei cantando a música ALÔ… quando abro o WhatsApp essa notícia trágica. Que Deus coloque você e Munição num bom lugar… e Pode ter certeza @elizaclivia que você marcou a adolescência de muita gente, com seus Grandes Sucessos, e deixou uma História que tenho certeza que nunca vai ser esquecida”.

Xandy, da banda Aviões do Forró era amigo de Eliza e fez sua despedida: “Hoje, o forró se despede de uma parceira muito querida. Eliza Clivia nos deixa, mas sua voz segue embalando os forrozeiros Brasil afora. Que Deus conforte os familiares e a receba de braços abertos. Obrigado por compartilhar essa jornada com a gente, Eliza. Descanse em paz”.

 

De Olho no Cariri

Com ClickPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri