Artesão de Cabaceiras disputa concurso com réplica da vila do Chaves

O artesão paraibano de Cabaceiras, no Cariri paraibano, Lamarck de Menezes Nunes, de 34 anos, em sua mais nova produção artesanal recriou o cenário da ‘Turma do Chaves’ para participar do Salão de Arte Popular Ana Holanda e do 2º Salão de Arte Popular Religiosa de Pernambuco, Fenearte 2017.

O artesão ressaltou que a peça tem um valor sentimental, já que a obra eterniza um dos mais famosos cenários do mundo, ao mesmo tempo em que presta uma homenagem ao Roberto Bolaños.

O processo de criação da peça durou mais de 30 dias. “Foi um trabalho árduo e de muita concentração. É uma satisfação ver ela pronta, pois fez parte da minha infância. Ainda hoje juntamente com a minha filha eu assisto o Chaves”, afirmou o artista.

Lamarck escreveu a sua mais nova obra de arte, em madeira, na Feneart, considerada a maior feira de artesanato da América Latina. Em 2006, o artista ganhou o concurso disputando com 13 países.

O evento será realizada de 06 a 16 de julho de 2017, no Centro de Convenções de Pernambuco.

Com Wscom

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri