LUTO: Apresentador Jota Júnior não resiste a parada cardíaca e morre em Belo Horizonte

O apresentador da TV Correio Jota Júnior morreu na madrugada desta segunda-feira (24) vítima de uma parada cardíaca.

De acordo com a família do comunicador, ele estava se dirigindo para Porto Alegre em uma UTI aérea, quando teve problemas no coração. O piloto fez um pouso de emergência em Belo Horizonte, onde Jota foi internado no hospital da Unimed ainda com vida. Por volta das 4h da manhã ele não resistiu a gravidade e veio a óbito.

Jota Júnior estava lutando em busca de um transplante de pulmão. Por conta da doença, ele estava afastado da TV Correio, onde apresentava o programa Cidade Alerta.

A família ainda não divulgou onde será o velório e sepultamento do apresentador.

A impressa da Paraíba está de luto com a perda do apresentador.

 

De Olho no Cariri

Com MaisPB

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri