Após sobreviver à guerra, Cícero e Mersinho se reencontram sob sinal do coração

Após sobreviver a guerra de Israel com Irã, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), reencontrou o filho, o deputado federal Mersinho Lucena (PP), na noite desta segunda-feira (16) no horário brasileiro, já na Arábia Saudita.

O abraço emocionado entre pai e filho marcou o desfecho de uma jornada delicada para família.

A imagem do reencontro traz um detalhe que o acaso ou o destino fez questão de destacar: ao fundo, o contorno de um coração.

O prefeito passou o dia em deslocamento após deixar o campus universitário em Tel Aviv — local onde esteve abrigado com outros prefeitos brasileiros durante o agravamento do conflito no Oriente Médio.

O grupo de autoridades conseguiu apoio da Embaixada do Brasil e do governo da Jordânia para atravessar a fronteira e seguir para Arábia, onde está Mersinho desde sábado. O embarque de volta ao Brasil acontece nesta terça-feira (17) em uma aeronave particular.

Com Blog do Maurílio Júnior

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Um homem, que não teve a identidade divulgada, foi preso nesta quinta-feira (3), em Serra Branca, no Cariri paraibano, suspeito de envolvimento em um caso de tortura, sequestro e lesões corporais praticados em um contexto de violência motivada por homofobia. A prisão ocorreu após investigações da Polícia Civil.

Segundo a corporação, os crimes aconteceram em fevereiro de 2020. Na ocasião, um professor, que tinha 45 anos à época, teria sido retirado à força de sua própria residência e levado contra a vontade para uma região rural do município.

Ainda conforme as investigações, a vítima foi submetida a intenso sofrimento físico e psicológico por quatro homens. Os suspeitos teriam utilizado agressões e outras formas de violência relacionadas à discriminação por sua orientação sexual.

As agressões provocaram ferimentos que fizeram com que o professor precisasse receber atendimento hospitalar e passar por um procedimento cirúrgico.

A Polícia Civil apurou ainda que o crime teria sido planejado como uma forma de represália depois da divulgação, nas redes sociais, de um vídeo relacionado à vida íntima da vítima.

A possível motivação discriminatória foi considerada durante a investigação e poderá ser levada em conta na responsabilização penal, conforme a análise dos elementos reunidos no procedimento.

Após a prisão, o investigado foi encaminhado para uma unidade policial, onde foram realizados os procedimentos legais. Em seguida, ele ficará à disposição da Justiça.

As investigações continuam. A identidade da vítima e outras informações relacionadas ao caso permanecem preservadas em razão do sigilo do procedimento.

De Olho no Cariri