Após decisão de Moraes, governo desiste de nomear Ramagem e procura outro diretor para a PF

O presidente Jair Bolsonaro tornou sem efeito, na tarde desta quarta-feira (29), o decreto que nomeou o delegado Alexandre Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal. A reversão do ato foi publicada em edição extra do “Diário Oficial da União”.

O texto atende a uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que suspendeu nesta quarta a indicação de Ramagem e apontou possível desvio de finalidade na decisão de Jair Bolsonaro.

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou à TV Globo que não vai recorrer da decisão. Com isso, o governo desistiu de empossar Ramagem e procura outro nome para a direção-geral da PF.

A nomeação do diretor da Abin para o novo cargo tinha sido publicada no “Diário Oficial” de terça, junto com o nome do novo ministro da Justiça, André Luiz Mendonça.

A posse de ambos estava marcada para as 15h desta quarta, em cerimônia no Planalto. O evento foi mantido, com a posse de Mendonça e do novo advogado-Geral da União, José Levi Mello.

Com a nomeação anulada, Ramagem deve retomar a direção-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), onde tomou posse em julho de 2019.

G1 

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A Paraíba definiu neste domingo (4) os dois nomes que irão representar o estado no Senado Federal. O ex-governador João Azevêdo (PSB) e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) foram eleitos para as duas vagas em disputa.

Às 19h, João Azevêdo somava 32,7% dos votos, o equivalente a 1.203.064 votos. Com o resultado, ele chega ao Senado pela primeira vez e supera a votação obtida por Cássio Cunha Lima em 2010, quando o então candidato eleito recebeu 1.004.183 votos.

Veneziano Vital do Rêgo foi reeleito para o Senado. Às 19h28, com 97,59% das urnas apuradas, ele registrava 22,67% dos votos, o equivalente a 946.109 votos.

Esta será a segunda vez que Veneziano ocupará uma cadeira no Senado Federal pela Paraíba.

De Olho no Cariri